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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
terça-feira, 18 de novembro de 2014
Conheça a história de Zeus: A coruja com o estrelas nos olhos
Olá meus fantasminhas!
Um anonimo encontrou um dia uma coruja ferida em sua varanda e decidiu leva-la ao veterinário. Após uma bateria de exames descobriram que a causa do acidente era porque o animal estava completamente cego.
O que mais chamou atenção foram os seus olhos, que pareciam uma noite estrelada. Não tinha como o animal ser reintegrado à natureza por este motivo, então ele foi levado Wildlife Learning Center, em Sylmar, na Califórnia e ganhou o nome do Deus grego Zeus.
Ele acabou virando celebridade no centro em que vive, onde ganhou como companhia uma coruja de pelúcia.
Espero que tenham gostado
CarinaFilth
Um anonimo encontrou um dia uma coruja ferida em sua varanda e decidiu leva-la ao veterinário. Após uma bateria de exames descobriram que a causa do acidente era porque o animal estava completamente cego.
O que mais chamou atenção foram os seus olhos, que pareciam uma noite estrelada. Não tinha como o animal ser reintegrado à natureza por este motivo, então ele foi levado Wildlife Learning Center, em Sylmar, na Califórnia e ganhou o nome do Deus grego Zeus.
Ele acabou virando celebridade no centro em que vive, onde ganhou como companhia uma coruja de pelúcia.
Espero que tenham gostado
CarinaFilth
domingo, 3 de agosto de 2014
Diferença entre Leucismo e Albinismo
Olá meus fantasminhas!
Vagando na internet, eu me deparei com esta imagem:
E a informação que me foi dada é que a coruja em questão tinha Leucismo. Como eu não sabia o que era, decidi procurar por mais informações e como achei interessante, decidi compartilha-las com vocês:
Leucismo é a falta de pigmentação em parte do corpo de algum animal, podendo ter fundo genético. O resultado normalmente são regiões corpóreas de coloração branca, em maior ou menor extensão, onde naturalmente deveria ocorrer alguma pigmentação, ao contrário do albinismo, que é a ausência completa de melanina, o leucismo pode envolver outros tipos de pigmento.
Diferentemente do que ocorre com os animais albinos, os leucísticos não são mais sensíveis ao sol do que qualquer outro de cor escura, pelo contrário, são até um pouco mais resistentes, porque a cor branca apresenta um albedo (medida da quantidade de radiação solar reflectida por um corpo ou uma superfície, sendo calculado como a razão entre a quantidade de radiação reflectida e a quantidade de radiação recebida) mais elevado, tornando estes animais mais resistentes à luz solar.
No Leucismo a perda de melanina é parcial e as espécies afectadas apresentam apenas os pelos ou outras estruturas dérmicas brancas ou acinzentadas. A pele, olhos e membros permanecem normais. Enquanto que no Albinismo, a perda de pigmentação pode ser total, quando os pelos e a pele são brancos e os olhos são avermelhados ou rosados.
Esta doença não tem uma causa específica, mas sendo uma alteração genética é causada por um gene, que neste caso é recessivo, logo, pode manifestar-se ou não.
Espero que tenham gostado
CarinaFilth
Vagando na internet, eu me deparei com esta imagem:
| Sinistro né? |
Leucismo é a falta de pigmentação em parte do corpo de algum animal, podendo ter fundo genético. O resultado normalmente são regiões corpóreas de coloração branca, em maior ou menor extensão, onde naturalmente deveria ocorrer alguma pigmentação, ao contrário do albinismo, que é a ausência completa de melanina, o leucismo pode envolver outros tipos de pigmento.
Diferentemente do que ocorre com os animais albinos, os leucísticos não são mais sensíveis ao sol do que qualquer outro de cor escura, pelo contrário, são até um pouco mais resistentes, porque a cor branca apresenta um albedo (medida da quantidade de radiação solar reflectida por um corpo ou uma superfície, sendo calculado como a razão entre a quantidade de radiação reflectida e a quantidade de radiação recebida) mais elevado, tornando estes animais mais resistentes à luz solar.
No Leucismo a perda de melanina é parcial e as espécies afectadas apresentam apenas os pelos ou outras estruturas dérmicas brancas ou acinzentadas. A pele, olhos e membros permanecem normais. Enquanto que no Albinismo, a perda de pigmentação pode ser total, quando os pelos e a pele são brancos e os olhos são avermelhados ou rosados.
Esta doença não tem uma causa específica, mas sendo uma alteração genética é causada por um gene, que neste caso é recessivo, logo, pode manifestar-se ou não.
Espero que tenham gostado
CarinaFilth
domingo, 6 de julho de 2014
10 raças de cães que não existem mais
Olá meus fantasminhas!
Você consegue imaginar um mundo canino sem raças como Pastor Alemão, Labrador, Beagle, Pinscher, Pit Bull, Doberman, Basset e tantos outros peludos que adoramos? Há algumas razões para certas raças de cães se extinguirem totalmente da face da Terra.
Muitas linhagens são cruzadas, transformando-se completamente em novos tipos de cães para se adequar a uma forma ou uma função específica. Outras foram aniquiladas por predadores, incluindo os seres humanos, ou ignoradas pelos criadores que os sustentavam no passado.
Seja qual for o motivo, a extinção de raças de cães é permanente e provavelmente não vai parar de acontecer. Confira agora algumas raças que foram extintas:
1 – Kurī
A raça Kurī foi levada, provavelmente, do leste da Polinésia para a Nova Zelândia por volta do século 14. Embora seja dito que o cão era um companheiro favorito das mulheres Maori, nem todo mundo gostou da raça. "Eles eram traiçoeiros e nos mordiam frequentemente", escreveu Marie Julien Crozet, uma francesa que viajou para a Nova Zelândia como parte de uma expedição em 1771.
Os cachorros Kurī foram muitas vezes descritos como feios e teimosos com um pobre sentido de olfato e a raça foi se perdendo, tornando-se extinta. Um exemplar empalhado de um Kurī está exposto atualmente no Museu Te Papa Tongarewa, na Nova Zelândia.
2 – Talbot
Este cão de caça branco era tão bem-visto na Idade Média, que muitos brasões de família da época apresentavam a sua imagem. Alguns historiadores acreditam que William, o Conquistador, levou a raça para a Inglaterra em 1066.
Apesar de ser um cão de caça, ele era um pouco lento, mas muito leal e tinha um excelente senso de olfato, sendo muitas vezes utilizado em batalhas. Os Talbot foram todos extintos no século 16, mas seu legado foi herdado por seu tatara-tatara-tatara-tatara-neto, o Beagle.
3 – Molossus
A raça amado pelos romanos e gregos, o Molossus foi o precursor do Mastiff, São Bernardo e outras raças grandes. Acredita-se que eles eram utilizados para a caça, pastoreio e para rinhas. Aristóteles era fã da raça e até escreveu sobre ela:
"É a raça ‘Molossian’ de cães, como são empregados na caça são praticamente os mesmos que em outros lugares, mas os cães desta raça são superiores aos outros em tamanho e na coragem com que eles enfrentam os ataques de selvagens".
4 – Cão de luta de Córdoba
Este cão poderoso é como uma mistura de Bull Terrier e Bulldog, foi utilizado para combates na Argentina. O grande problema dele é que, quando era hora de acasalar, os machos e fêmeas se atacavam violentamente como nas brigas, causando a falta de descendentes e consequente extinção.
5 – Cão Havaiano Poi
Assim como o Kurī, este cão tinha origem polinésia. Os cachorros Poi eram alimentados com uma dieta vegetariana pastosa e as suas cabeças tornaram-se grandes e planas, devido ao desuso dos ossos da mandíbula. Esta dieta também contribuiu para sua obesidade galopante e a raça começou a desaparecer no século 18, após o acasalamento com outros cães que foram introduzidos no Havaí.
6 – Paisley Terrier
Originário da Grã-Bretanha, o Paisley foi criado para ser uma variação menor do cão da raça Skye Terrier. Ele também foi pensado para ser um cão especialmente de estimação e mostras, sendo foi extinto depois que a demanda pela raça em exposições de cães diminuiu drasticamente.
7 – Braque du Puy
Este cão de caça nacional francês foi criado pela primeira vez no século 19 e, embora muitas raças semelhantes possam ser encontradas hoje, o Braque du Puy em sua forma original não existe mais. Ele era conhecido por ser rápido e flexível, de tamanho médio para grande.
8 – Cão D’água St. John
Esta raça é o antepassado dos retrievers modernos, incluindo o Flat Coated Retriever, o Chesapeake Bay Retriever, o Golden Retriever e o Labrador Retriever. A raça era originária de da província francesa no Canadá chamada Newfoundland e foram exportados em grande quantidade, dando origem às raças citadas acima após cruzamentos com outras.
As versões originais do St. John foram acabando lentamente, sendo que alguns permaneceram até o final século 20. Infelizmente, nos anos 70 só existiam dois, mas eram machos, o que causou a condenação final da raça.
9 – Bullenbeisser
Conhecido também como buldogue alemão, esse cão era conhecido por sua força e agilidade. Cerca de 30 exemplares foram cruzados pela Boxer Kennel Club da Alemanha em 1900, com buldogues trazidos das Ilhas Britânicas e o resultado foi bom. Então, os proprietários alemães começaram a cruzar seus cães com todos os tipos de buldogues e boxers, que produziram uma raça indistinguível após a Segunda Guerra Mundial.
Uma razão pela qual tal quantidade de sangue alemão foi usada para criar o cão Boxer era o desejo de eliminar o excesso de cor branca da raça, e da necessidade de produzir milhares de cães para uma das raças mais populares do mundo. Com isso, o verdadeiro Bullenbeisser foi extinto.
10 – Coton de Reunion
O Coton de Reunion foi o ancestral de raças como Bichon Frisé e Maltês. A história conta que uma raça europeia chamada Bichon Tenerife foi levada para as Ilhas do Oceano Índico de Mauritus e Reunion por marinheiros e navios comerciais nos séculos 16 e 17.
Lá, os exemplares cruzaram com cães locais, dando origem a essa raça. Como você deve desconfiar, “Coton” em francês é o mesmo que “cotton” do inglês e significa algodão, como os pelos desses fofinhos se pareciam.
Você consegue imaginar um mundo canino sem raças como Pastor Alemão, Labrador, Beagle, Pinscher, Pit Bull, Doberman, Basset e tantos outros peludos que adoramos? Há algumas razões para certas raças de cães se extinguirem totalmente da face da Terra.
Muitas linhagens são cruzadas, transformando-se completamente em novos tipos de cães para se adequar a uma forma ou uma função específica. Outras foram aniquiladas por predadores, incluindo os seres humanos, ou ignoradas pelos criadores que os sustentavam no passado.
Seja qual for o motivo, a extinção de raças de cães é permanente e provavelmente não vai parar de acontecer. Confira agora algumas raças que foram extintas:
1 – Kurī
A raça Kurī foi levada, provavelmente, do leste da Polinésia para a Nova Zelândia por volta do século 14. Embora seja dito que o cão era um companheiro favorito das mulheres Maori, nem todo mundo gostou da raça. "Eles eram traiçoeiros e nos mordiam frequentemente", escreveu Marie Julien Crozet, uma francesa que viajou para a Nova Zelândia como parte de uma expedição em 1771.
Os cachorros Kurī foram muitas vezes descritos como feios e teimosos com um pobre sentido de olfato e a raça foi se perdendo, tornando-se extinta. Um exemplar empalhado de um Kurī está exposto atualmente no Museu Te Papa Tongarewa, na Nova Zelândia.
2 – Talbot
Este cão de caça branco era tão bem-visto na Idade Média, que muitos brasões de família da época apresentavam a sua imagem. Alguns historiadores acreditam que William, o Conquistador, levou a raça para a Inglaterra em 1066.
Apesar de ser um cão de caça, ele era um pouco lento, mas muito leal e tinha um excelente senso de olfato, sendo muitas vezes utilizado em batalhas. Os Talbot foram todos extintos no século 16, mas seu legado foi herdado por seu tatara-tatara-tatara-tatara-neto, o Beagle.
3 – Molossus
A raça amado pelos romanos e gregos, o Molossus foi o precursor do Mastiff, São Bernardo e outras raças grandes. Acredita-se que eles eram utilizados para a caça, pastoreio e para rinhas. Aristóteles era fã da raça e até escreveu sobre ela:
"É a raça ‘Molossian’ de cães, como são empregados na caça são praticamente os mesmos que em outros lugares, mas os cães desta raça são superiores aos outros em tamanho e na coragem com que eles enfrentam os ataques de selvagens".
4 – Cão de luta de Córdoba
Este cão poderoso é como uma mistura de Bull Terrier e Bulldog, foi utilizado para combates na Argentina. O grande problema dele é que, quando era hora de acasalar, os machos e fêmeas se atacavam violentamente como nas brigas, causando a falta de descendentes e consequente extinção.
5 – Cão Havaiano Poi
Assim como o Kurī, este cão tinha origem polinésia. Os cachorros Poi eram alimentados com uma dieta vegetariana pastosa e as suas cabeças tornaram-se grandes e planas, devido ao desuso dos ossos da mandíbula. Esta dieta também contribuiu para sua obesidade galopante e a raça começou a desaparecer no século 18, após o acasalamento com outros cães que foram introduzidos no Havaí.
6 – Paisley Terrier
Originário da Grã-Bretanha, o Paisley foi criado para ser uma variação menor do cão da raça Skye Terrier. Ele também foi pensado para ser um cão especialmente de estimação e mostras, sendo foi extinto depois que a demanda pela raça em exposições de cães diminuiu drasticamente.
7 – Braque du Puy
Este cão de caça nacional francês foi criado pela primeira vez no século 19 e, embora muitas raças semelhantes possam ser encontradas hoje, o Braque du Puy em sua forma original não existe mais. Ele era conhecido por ser rápido e flexível, de tamanho médio para grande.
8 – Cão D’água St. John
Esta raça é o antepassado dos retrievers modernos, incluindo o Flat Coated Retriever, o Chesapeake Bay Retriever, o Golden Retriever e o Labrador Retriever. A raça era originária de da província francesa no Canadá chamada Newfoundland e foram exportados em grande quantidade, dando origem às raças citadas acima após cruzamentos com outras.
As versões originais do St. John foram acabando lentamente, sendo que alguns permaneceram até o final século 20. Infelizmente, nos anos 70 só existiam dois, mas eram machos, o que causou a condenação final da raça.
9 – Bullenbeisser
Conhecido também como buldogue alemão, esse cão era conhecido por sua força e agilidade. Cerca de 30 exemplares foram cruzados pela Boxer Kennel Club da Alemanha em 1900, com buldogues trazidos das Ilhas Britânicas e o resultado foi bom. Então, os proprietários alemães começaram a cruzar seus cães com todos os tipos de buldogues e boxers, que produziram uma raça indistinguível após a Segunda Guerra Mundial.
Uma razão pela qual tal quantidade de sangue alemão foi usada para criar o cão Boxer era o desejo de eliminar o excesso de cor branca da raça, e da necessidade de produzir milhares de cães para uma das raças mais populares do mundo. Com isso, o verdadeiro Bullenbeisser foi extinto.
10 – Coton de Reunion
| Bichon Frisé, um descendente do Coton de Reunion |
Lá, os exemplares cruzaram com cães locais, dando origem a essa raça. Como você deve desconfiar, “Coton” em francês é o mesmo que “cotton” do inglês e significa algodão, como os pelos desses fofinhos se pareciam.
Espero que tenham gostado
CarinaFilth
segunda-feira, 30 de junho de 2014
Lingueirão ou Razorfish
Olá meus fantasminhas!
Razorfish é um animal que se tornou popular no youtube, devido a algumas características peculiares, como se enterrar na areia e por possuir uma espécie de tromba, que ao entrar em contato com sal se projeta para fora da areia como se fosse um tubo, conhecido por sua forma retangular alongada, que se assemelha a uma navalha. A “concha de barbear” chega a medir a 23 centímetros de comprimento. A margem dorsal é reta, enquanto a margem ventral é curvo.
Possuem uma casca frágil, com as extremidades abertas. A casca é lisa na cor do lado de fora e esbranquiçada, com manchas marrom-avermelhadas ou arroxeada verticais e horizontais separados por uma linha diagonal. O perióstraco é verde-oliva. A superfície interna é branca com um tom roxo e do pé é branco cremoso com linhas marrons.
O peixe navalha vive sob a areia, usando seu pé poderoso para cavar a uma profundidade segura. Sua atividade de escavação é composta por seis etapas, repetem ciclicamente. Um ciclo de escavação envolve a integração do pé muscular (o que ocupa uma grande parte do corpo), com a abertura e o fecho da válvula e um fim.
O pé é insuflado hidraulicamente, em seguida, chama a casca para baixo e assim cava a areia. O molusco também esguicha água para dentro da areia, retirando areia solta do seu caminho. O pé é pensado para exercer uma pressão de 2 kg.
Sua presença é revelada por um buraco em forma de buraco de fechadura na areia, feita por seus sifões durante a suspensão de alimentação para plâncton.
Durante o verão, que estão em fase de repouso sexual. No inverno e na primavera desovas consecutivas acontecem.
Muitas populações desse animal curioso diminuíram devido à sobrepesca, a espécie está em declínio em muitas áreas, pois é um animal apreciado na culinária.
Essas conchas em forma de navalha são muito sensíveis às perturbações menores, por exemplo, salinidade e temperatura. Eles saem de suas tocas, quando se joga sal ou salmoura nos buracos em que se escondem.
Espero que vocês tenham gostado
CarinaFilth
Razorfish é um animal que se tornou popular no youtube, devido a algumas características peculiares, como se enterrar na areia e por possuir uma espécie de tromba, que ao entrar em contato com sal se projeta para fora da areia como se fosse um tubo, conhecido por sua forma retangular alongada, que se assemelha a uma navalha. A “concha de barbear” chega a medir a 23 centímetros de comprimento. A margem dorsal é reta, enquanto a margem ventral é curvo.
Possuem uma casca frágil, com as extremidades abertas. A casca é lisa na cor do lado de fora e esbranquiçada, com manchas marrom-avermelhadas ou arroxeada verticais e horizontais separados por uma linha diagonal. O perióstraco é verde-oliva. A superfície interna é branca com um tom roxo e do pé é branco cremoso com linhas marrons.
O peixe navalha vive sob a areia, usando seu pé poderoso para cavar a uma profundidade segura. Sua atividade de escavação é composta por seis etapas, repetem ciclicamente. Um ciclo de escavação envolve a integração do pé muscular (o que ocupa uma grande parte do corpo), com a abertura e o fecho da válvula e um fim.
O pé é insuflado hidraulicamente, em seguida, chama a casca para baixo e assim cava a areia. O molusco também esguicha água para dentro da areia, retirando areia solta do seu caminho. O pé é pensado para exercer uma pressão de 2 kg.
Sua presença é revelada por um buraco em forma de buraco de fechadura na areia, feita por seus sifões durante a suspensão de alimentação para plâncton.
Durante o verão, que estão em fase de repouso sexual. No inverno e na primavera desovas consecutivas acontecem.
Muitas populações desse animal curioso diminuíram devido à sobrepesca, a espécie está em declínio em muitas áreas, pois é um animal apreciado na culinária.
Essas conchas em forma de navalha são muito sensíveis às perturbações menores, por exemplo, salinidade e temperatura. Eles saem de suas tocas, quando se joga sal ou salmoura nos buracos em que se escondem.
Espero que vocês tenham gostado
CarinaFilth
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
Como surgiu a história de que gatos tem sete vidas?
Olá meus fantasminhas!
Tudo começou na Santa inquisição, onde além de bruxas, magos, ruivos, homossexuais, judeus e muçulmanos, os gatos também eram considerados coisa do demônio.
O Papa Gregório IX, que fundou a Santa Inquisição em 1232, afirmava na bula Vox in Roma (A voz de Roma) que o diabólico gato preto, “cor do mal e da vergonha”, tinha vindo ao mundo para a infelicidade dos homens. Como os druidas e bruxos viviam isolados e rodeados por muitos gatos, a Igreja começou a associar os gatos às trevas, devido aos seus hábitos noturnos, e afirmava terem parte com o demônio, principalmente os de cor preta. E a única forma de acabar com os gatos pretos era acabar com TODOS os gatos pretos ou de pelagem escura.
Por mais que eles tentassem exterminar os gatinhos, eles continuavam rondando por ali, já que os amantes dos felinos criavam gatos em segredo, impedindo que a espécie desaparecesse. Foi assim que os inquisidores tiveram ainda mais "certeza" de que miau era canto do demônio e que por isso, teriam 7 vidas, referente aos dias da criação.
Mesmo com muitos protetores, foi inevitável que a quantidade de gatos diminuísse drasticamente. E de acordo com muitos historiadores, este fato está diretamente ligado à maior pandemia de Peste Bulbônica da história. Também conhecida como Peste Negra, a Peste Bulbônica dizimou mais de um terço da população européia entre os anos 1347 e 1350. Ela era causada pela bactéria Yersinia pestis, residente no pulga Xenopsylla cheopis que por sua vez habitava no rato preto indiano Rattus rattus. E quem caçava os ratos? Pois é.
A recuperação na população de gatos teria sido decisiva para o controle da peste, mas há estudiosos que discordem do fato. Uma outra versão é que os gatos teriam 7 ou 9 vidas em decorrência da habilidade que esses felinos possuem para escapar de situações que envolvam risco à sua vida.
Espero que tenham gostado
CarinaFilth
Tudo começou na Santa inquisição, onde além de bruxas, magos, ruivos, homossexuais, judeus e muçulmanos, os gatos também eram considerados coisa do demônio.
O Papa Gregório IX, que fundou a Santa Inquisição em 1232, afirmava na bula Vox in Roma (A voz de Roma) que o diabólico gato preto, “cor do mal e da vergonha”, tinha vindo ao mundo para a infelicidade dos homens. Como os druidas e bruxos viviam isolados e rodeados por muitos gatos, a Igreja começou a associar os gatos às trevas, devido aos seus hábitos noturnos, e afirmava terem parte com o demônio, principalmente os de cor preta. E a única forma de acabar com os gatos pretos era acabar com TODOS os gatos pretos ou de pelagem escura.
Por mais que eles tentassem exterminar os gatinhos, eles continuavam rondando por ali, já que os amantes dos felinos criavam gatos em segredo, impedindo que a espécie desaparecesse. Foi assim que os inquisidores tiveram ainda mais "certeza" de que miau era canto do demônio e que por isso, teriam 7 vidas, referente aos dias da criação.
Mesmo com muitos protetores, foi inevitável que a quantidade de gatos diminuísse drasticamente. E de acordo com muitos historiadores, este fato está diretamente ligado à maior pandemia de Peste Bulbônica da história. Também conhecida como Peste Negra, a Peste Bulbônica dizimou mais de um terço da população européia entre os anos 1347 e 1350. Ela era causada pela bactéria Yersinia pestis, residente no pulga Xenopsylla cheopis que por sua vez habitava no rato preto indiano Rattus rattus. E quem caçava os ratos? Pois é.
A recuperação na população de gatos teria sido decisiva para o controle da peste, mas há estudiosos que discordem do fato. Uma outra versão é que os gatos teriam 7 ou 9 vidas em decorrência da habilidade que esses felinos possuem para escapar de situações que envolvam risco à sua vida.
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CarinaFilth
11 curiosidades sobre os gatos
Olá meus fantasminhas!
Sempre gostei de animais, mas nunca imaginei que seria dona de um gato, principalmente de cinco, como sou agora. Esse bichos, assim como muitos outros, foram motivos de amor e ódio na História, então, a seguir, uma lista de 11 curiosidades em relação a esses amores peludos e com garras afiadas:
1 - Até onde se sabe, o ronronar do gato serve para expressar sentimentos e sensações. O ronronar de fome, por exemplo, tem a mesma vibração que de um bebê humano chorando por comida.
2 - Gatos passam cerca de 70% do dia dormindo;
3 - Quando um gato está esfregando o rosto em você é porque ele se sente seu dono e quer te marcar com o seu cheiro;
4 - Os gatos foram perseguidos durante a Santa Inquisição porque acreditava-se que eles eram agentes do demônio.
5- No Antigo Egito, quando um gato morria, os donos da casa raspavam a sobrancelhas em sinal de luto;
6 - Vinte toneladas de múmias de gatos encontradas no Egito em 1889 foram levadas à Inglaterra, moídas e utilizadas como esterco;
7 - Um gato enxerga 6 vezes melhor do que um humano à noite, porque necessita de 1/6 da quantidade de luz necessária para o homem enxergar;
8 - Gatos tem mais ossos que humanos. Enquanto uma pessoa adulta tem 206 ossos, o bichano 245;
9 - Pelos de gato não causam alergia em humanos e sim a saliva que ele deposita no pêlo quando está tomando banho de língua;
10 - Na coroação da Rainha Elizabeth I, gatos foram aprisionados dentro de gaiolas e levados em procissão, representando o demônio sob controle da Igreja. No final da procissão foram queimados vivos.
11 - Gatos eram mais comuns em navios piratas do que papagaios;
Espero que tenham gostado
CarinaFilth
Sempre gostei de animais, mas nunca imaginei que seria dona de um gato, principalmente de cinco, como sou agora. Esse bichos, assim como muitos outros, foram motivos de amor e ódio na História, então, a seguir, uma lista de 11 curiosidades em relação a esses amores peludos e com garras afiadas:
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| Meu Ozzy |
1 - Até onde se sabe, o ronronar do gato serve para expressar sentimentos e sensações. O ronronar de fome, por exemplo, tem a mesma vibração que de um bebê humano chorando por comida.
2 - Gatos passam cerca de 70% do dia dormindo;
3 - Quando um gato está esfregando o rosto em você é porque ele se sente seu dono e quer te marcar com o seu cheiro;
4 - Os gatos foram perseguidos durante a Santa Inquisição porque acreditava-se que eles eram agentes do demônio.
5- No Antigo Egito, quando um gato morria, os donos da casa raspavam a sobrancelhas em sinal de luto;
6 - Vinte toneladas de múmias de gatos encontradas no Egito em 1889 foram levadas à Inglaterra, moídas e utilizadas como esterco;
7 - Um gato enxerga 6 vezes melhor do que um humano à noite, porque necessita de 1/6 da quantidade de luz necessária para o homem enxergar;
8 - Gatos tem mais ossos que humanos. Enquanto uma pessoa adulta tem 206 ossos, o bichano 245;
9 - Pelos de gato não causam alergia em humanos e sim a saliva que ele deposita no pêlo quando está tomando banho de língua;
10 - Na coroação da Rainha Elizabeth I, gatos foram aprisionados dentro de gaiolas e levados em procissão, representando o demônio sob controle da Igreja. No final da procissão foram queimados vivos.
11 - Gatos eram mais comuns em navios piratas do que papagaios;
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CarinaFilth
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