domingo, 21 de junho de 2015

Resposta definitiva: Quem venceria numa luta entre Superman e Batman

Olá meus fantasminhas!

Acho que está mais que óbvio a preferência populacional enquanto espera o lançamento do filme mais esperado do ano (tirando Star Wars VII, claro):


Créditos
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CarinaFilth

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Garotos não choram #StartWithTheBoys

Olá meus fantasminhas!

A sociedade impõe as crianças que meninos não podem chorar. Que isso é vergonha, pois só meninas podem chorar. A sociedade é uma reação biológica a algo físico ou sentimental. Não devia-se ter vergonha de chorar. Vergonhoso mesmo é fazer alguém que se ama chorar. A campanha #StartWithTheBoys tem como objetivo desfazer esse costume.

Assista o vídeo e apoie a campanha:



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CarinaFilth

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Quando a maquiagem encontra a literatura

Olá meus fantasminhas!

A maquiadora israelense Tal Peleg cria incríveis ilustrações usando seus olhos como tela e maquiagem como tinta. Dentre suas muitas criações, encontra-se uma série de paisagens e personagens baseadas em contos de fadas e clássicos da literatura. É quase como se os olhos que servem de tela representassem as imagens criadas pela imaginação quando lemos essas palavras de sonho.

A princesa e o sapo
E além da beleza de suas obras, a riqueza de detalhes usando um meio tão inusitado em uma superfície tão pequena é impressionante! Também analisando de maneira artística, as cores são muito bem escolhidas, criando os contrastes e sombras em partes ideais da pintura.

Rapunzel
Essas imagens são provas, de maneira mais pop, de que a maquiagem não é somente uma parte da moda ou estética, podendo ser uma forma de expressão artística por si só. Não é a toa que os maquiadores em inglês se denominam “make-up artist”, algo como “artista da maquiagem” ou “artista maquiador” – evidentemente não todos eles merecendo esse título.

A noviça rebelde
Aliás, a arte com o corpo, de maneira geral, pode ser entendida dessa maneira dependendo de como foi criada e com quais intenções, passando quais ideias e conceitos. Podemos lembrar-nos do exemplo interessante, porém não exatamente semelhante, do famosíssimo Yves Klein, artista pioneiro do século XX que usou seres humanos como pincéis – ou talvez carimbos – pintando primeiramente seus corpos para depois posicioná-los de certa forma na tela, criando assim as imagens desejadas.

Veja mais algumas fotos:

Fantasma da Opera
Diário de Anne Frank
Edgar Allan Poe
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CarinaFilth

3 estudos científicos que mostram que o preconceito está enraizado na gente

Olá meus fantasminhas!

Não dá para fingir que ele não existe. Que um chefe jamais deixa de contratar alguém pela cor da pele, que ninguém xinga outro ser humano de macaco (televisionado, no futebol, ou à surdina, no dia a dia). Como se negro não fosse quase sempre suspeito – de qualquer coisa. Preconceito existe, sim, infelizmente. E é pior e até mais inconsciente do que você imagina. Confira três estudos da ciência sobre preconceito.


  • FALTA EMPATIA

Pesquisadores da Universidade de Milão mostraram a 90 voluntários brancos uma série de vídeos de agulhas ou borrachas tocando a pele de outras pessoas. Enquanto isso, avaliaram a reação dos participantes por meio de testes que refletem a atividade relativa à dor no cérebro – basicamente, mediram quanto as mãos deles suavam durante a exibição de cada vídeo. Quando vemos alguém se machucar, segundo a pesquisa, o cérebro entende e responde como se essa dor fosse nossa. Só que essa resposta depende da sua empatia pela outra pessoa. E por isso as reações variam. Em geral, os brancos do estudo reagiram menos, ou seja, suaram menos quando negros eram espetados.



  • POUCO CONFIÁVEIS

Dois professores da Universidade Harvard avaliaram o preço dos quartos oferecidos no Airbnb, aquele site onde qualquer um pode colocar um quarto ou a casa inteira para alugar, em Nova York, por usuários negros e brancos. Uma pessoa branca costuma cobrar, em média, 12% a mais do que um branco . E, sim, a questão é racial, não socioeconômica: os pesquisadores compararam quartos parecidos, na mesma região. Só há uma diferença: segundo a pesquisa  as pessoas procuram mais casas de usuários brancos, porque eles parecem mais confiáveis.


  • SEMPRE SUSPEITOS

Joshua Correll, da Universidade do Colorado, criou um jogo on-line: vários cenários aparecem e, de repente, um cara segura uma arma ou outro objeto qualquer (tipo uma carteira). Sua missão é pressionar a letra J para atirar, caso o suspeito carregue uma arma, ou a letra F para não atirar, caso ele não tenha nada perigoso nas mãos. Você tem poucos segundos para decidir. Adivinhe quem costuma ser “baleado” mais injustamente no jogo de Correll? Os personagens negros. E pior: o resultado é o mesmo quando os jogadores são negros ou brancos jovens ou velhos. Dá para jogar aqui.

Fonte

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CarinaFilth

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Japoneses criam proteína que fazem a árvore brilhar

Olá meus fantasminhas!

Uma equipe de pesquisadores do Japão desenvolveu proteínas que produzem luz visível a olho nu. O estudo foi publicado na penúltima terça-feira na revista americana “Proceedings of the National Academy of Sciences”.

As proteínas, chamadas de “nano lanternas”, podem ser usadas em pesquisas médicas e como uma alternativa à luz elétrica, disse a equipe de pesquisadores da Universidade de Osaka e do Instituto Rinken, que é ligado ao governo.

Imagem meramente ilustrativa
Diferentemente das proteínas brilhantes convencionais – que emitem um brilho fraco, visível apenas com a ajuda câmeras supersensíveis – as proteínas desenvolvidas pela equipe japonesa emitem luz forte o suficiente para serem vistas sem a necessidade de equipamentos especiais.

“No futuro, esperamos criar árvores de rua que brilham para economizar energia com a iluminação pública.” disse Takeharu Nagai, vice-diretor do Instituto Universitário de Pesquisa científica, à Jiji Press.

Fonte

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CarinaFilth

O banho na era medieval

Olá meus fantasminhas!

Reis, rainhas, princesas, contos de fada, romantismo... A Idade Média compreende o período entre os Séculos V e XV, ou seja, entre os anos 400 até 1500. E quando se fala na Era Medieval logo imaginamos algo lúdico, como estamos acostumados a ver nos contos da Disney e nos filmes. Mas na realidade, as coisas eram muito, muito diferentes mesmo!
Conseguimos compilar uma lista de curiosidades sobre o banho, daquelas que você sempre quis saber e nunca conseguiu descobrir! E alguns fatos são tão inacreditáveis, que você vai até duvidar, mas garantimos: todas as informações são baseadas em documentos históricos e relatos da época.
São fatos absurdamente (e às vezes miseravelmente) curiosos, e você vai se surpreender com costumes e ditados que ainda são muito comuns hoje em dia, mas que vem desde a antiguidade!

Banho uma vez por ano


Naquele tempo, a maior parte da população tomava o primeiro banho do ano (!) em maio, que é o início do verão na Europa. Depois, em junho, era a época dos casamentos, inclusive pra aproveitarem que ainda estavam "bem cheirosos" do banho do mês passado... Mas pra garantir que estariam cheirosos mesmo, inventaram o buque da noiva, pra disfarçar algum possível odor "inesperado"!

Banheiras compartilhadas


O tal banho anual era um verdadeiro ritual em família (e as famílias eram bem grandes naquela época). Todos tomavam banho em uma única banheira (que era mais um tonel rudimentar), e seguiam uma ordem rígida: O chefe da família tinha o privilégio do primeiro banho na água limpa; depois (sem trocar a água, claro!), era a vez dos outros homens da casa, por ordem de idade; em seguida as mulheres, também por idade e, finalmente, as crianças. Os bebês eram os últimos a tomar banho, e quando chegava a vez deles, a água já estava tão suja que era possível perder um bebê lá dentro.

Realeza higiênica


Depois de tanta porcalhada, você vai ficar feliz em descobrir que no palácio as coisas eram bem diferentes! Eles não tomavam apenas um banho por ano, como os pobres súditos imundos!... A realeza era considerada um exemplo de higiene e cuidados pessoais: segundo vários registros históricos, "eles tomavam banho, precisassem ou não, uma vez por mês"! Ou seja, às vezes, eles estavam até "muito limpinhos" desde o banho do mês passado, nem precisavam de outro, mas pra dar o exemplo, tomavam banho novamente mesmo assim (!)...

Qual a razão pra tanto medo de banho?


Dentre muitas explicações, podemos citar algumas: Algo que é muito simples hoje em dia com o chuveiro, era muito mais complicado naquela época, quando a água tinha que ser aquecida em caldeirões, gastando lenha, que era um recurso valioso que deveria ser poupado para o inverno. Tomar banho dava muito trabalho mesmo, além do clima frio da Europa não ajudar nem um pouco. Outro forte motivo era a aversão cristã aos costumes romanos, para os quais o banho era uma atividade diária nas famosas termas ou saunas. Como os romanos tinham uma cultura muito mais permissiva em relação a sexualidade, acabou surgindo um "tabu" envolvendo a luxúria, o corpo, a libido, a vaidade, etc.

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CarinaFilth