sábado, 17 de maio de 2014

A floresta do suicídio

Olá meus fantasminhas!

A Floresta Aokigahara é o local mais procurado para prática de suicídios no Japão. Depois que o romance Kuroi Jukai (O Negro Mar de Árvores) foi publicado, em que um jovem se mata na floresta, as pessoas começaram a tirar suas próprias vidas ali. O lugar tem tantos corpos que a máfia japonesa paga desabrigados para entrar na floresta e roubar os cadáveres. Como a floresta que fica ao pé do Monte Fuji é muito densa e de difícil acesso, as autoridades recolhem os corpos apenas uma vez por ano.

ATENÇÃO: O vídeo a seguir não é recomendado para pessoas sensíveis, aconselha-se descrição.


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CarinaFilth

Por que cada esperma tem um cheiro e gosto diferentes?

Olá meus fantasminhas!

Resposta: Pelo mesmo motivo que cada pessoa tem cheiro e sabor diferentes. Somente 1% da ejaculação de um homem é composta por espermatozoides. Os outros 99% são proteínas, vitaminas, sais minerais, frutose e outros ingredientes. Os níveis desses ingredientes no corpo dependem, entre outros fatores, da alimentação do cara.
Existem vários estudos em andamento, que pretendem desvendar a melhor dieta para um sabor seminal mais agradável, mas nenhum deles está em fase conclusiva. No entanto, de acordo coma sabedoria popular de quem já experimentou pode dizer que sim, o gosto muda.
- Homens que não comem carne teoricamente teriam um gosto mais suave e neutro do que os carnívoros;
- Cafeína, cigarro, comidas gordurosas e álcool são conhecidos por acrescentar um sabor mais forte ao esperma;
- Frutas são conhecidas como as salvadoras da pátria nesse quesito. Acredita-se que acrescentar uma fruta em cada alimentação (café da manhã, lanches, almoço e jantar) ajuda a neutralizar o gosto.


É importante lembrar que nenhuma dieta vai deixar o esperma com gosto de Nuttela, bacon ou morango. Esperma sempre terá gosto de esperma, seja ele qual for. A alimentação pode ter o poder de melhorar o gosto, não de fazer com que o homem ejacule leite condensado.
Uma coisa interessante sobre o sêmen é que a sua textura e volume podem variar de acordo com a frequência ejaculatória do moço. Aquele que transa ou se masturba menos, tende a ejacular mais, com uma concentração maior de proteínas e consistência mais densa. Homens que ejaculam com mais frequência, tendem a possuir a secreção mais rala com sabor mais aguado e neutro.

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CarinaFilth

Nação Rivotril

Olá meus fantasminhas!

Todo mundo tem um refúgio a que costuma recorrer para aliviar o peso dos problemas. Pode ser um lugar tranquilo, talvez a praia. O pensamento em uma pessoa querida. Uma extravagância, como compras ou aquele prato proibido pelo médico.

Ou pode ser o armarinho de remédios de casa.

Na farmácia não se encontra produto descrito como "paz em drágeas" ou "xarope de paz". Mas muita gente acha que é isso o que deveria dizer o rótulo do Rivotril, um ansiolítico (ou, popularmente, um calmante). Rivotril é prescrito por psiquiatras a pacientes em crise de ansiedade - nos casos em que o sofrimento tenha causa bem definida. Mas tem sido usado pelos brasileiros como elixir contra as pressões banais do dia a dia: insônia, prazos, conflitos em relacionamentos. Um arqui-inimigo dos dilemas do mundo moderno.

Tanto que o Brasil é o maior consumidor do mundo em volume de clonazepam, o princípio ativo do remédio. Foram 2,1 toneladas em 2010, o que coloca o Rivotril no topo das paradas farmacêuticas daqui. É o 2º remédio mais vendido no país, à frente de nomes como Hipoglós e Buscopan Composto - em 2004, era o 4º da lista. Só perde agora para o Microvlar, anticoncepcional com consumo atrelado à distribuição pelo governo via Sistema Único de Saúde (SUS).

E olhe que o Rivotril é um remédio tarja preta. Só pode ser comprado na farmácia com a receita do médico em mãos. "A maior parte das vendas desse medicamento acontece via prescrição. Mas muitos conseguem o remédio com receita em nome de outros pacientes ou até pela internet", afirma Elisardo Carlini, diretor do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas, da Unifesp. Em alguns casos, até há a prescrição - mas de um médico não especialista, segundo Alexandre Saadeh, professor do Instituto de Psiquiatria da USP. "Ginecologistas costumam prescrever Rivotril para pacientes que sofrem fortes crises de TPM", diz. Até porque poucos brasileiros vão ao psiquiatra, de acordo com a Roche, laboratório responsável pelo Rivotril. "Grande parte dos brasileiros tem dificuldade de acesso a psiquiatras, e isso está relacionado à prescrição do Rivotril por médicos não especialistas", afirma Maurício Lima, diretor-médico da Roche.

Foi assim, por via não ortodoxa, que a popularidade do Rivotril cresceu. Não é difícil ouvir donas de casa recomendando o remédio a uma amiga que tem tido problemas para dormir. "Quem nunca ouviu que uma tia ou uma vizinha toma Rivotril há 20 anos e só dorme com isso?", pergunta o professor de psiquiatria do curso de medicina da PUC de São Paulo, Carlos Hubner. Ou achar relatos do tipo "Rivotril é meu melhor amigo" no Orkut e no Facebook. Nessas histórias, o Rivotril aparece sempre como um freio para sentimentos como medo, rejeição, angústia, tristeza e ansiedade. "Houve Big Brother em que eu estava com muita ansiedade e usava Rivotril para entrar no ar", disse Pedro Bial em entrevista à revista Playboy. O remédio tem sido usado até para cortar o efeito de outras drogas, segundo o psiquiatra André Gustavo Silva Costa, especialista em tratamento de dependentes químicos. "Jovens têm tomado o Rivotril para cortar o efeito de drogas como cocaína. Eles querem dormir bem para conseguir trabalhar no dia seguinte", diz.


O que é que o Rivotril tem?
Mas que mágica é essa? Quando somos pressionados, algumas áreas do cérebro passam a trabalhar mais. Vem a ansiedade. O Rivotril age estimulando justamente os mecanismos que equilibram esse estado de tensão - inibindo o que estava funcionando demais. A pessoa passa a responder menos aos estímulos externos. Fica tranquila. Ainda que o bicho esteja pegando no trabalho, o casamento indo de mal a pior e as contas se acumulando na porta. É essa sensação de paz que atrai tanta gente. Afinal, a ansiedade traz muito incômodo: suor, calafrios, insônia, taquicardia... "Muitas vezes o sofrimento se torna insuportável. O remédio é valioso quando o paciente piora", diz Silva Costa. Para a carioca Bruna Paixão, de 32 anos, funcionou. "Um dia tomei uma bronca do meu chefe e fiquei péssima. Só pensava nisso. Aí resolvi tomar Rivotril para dormir. Tinha uma caixa em casa, dada por um amigo médico. Assisti um pouco de TV, conversei com um amigo no telefone e fui ficando bem", diz.

Justamente por trazer essa calma toda, o Rivotril não é recomendado a qualquer um. Seu consumo por profissionais que têm de se manter ágeis e em estado de alerta - como pilotos de avião e operadores de máquinas, por exemplo - é desaconselhado por médicos. "O Rivotril dá a falsa impressão de que a pessoa produz mais, mas a verdade é que o remédio só deixa mais calmo", diz José Carlos Galduroz, psiquiatra da Unifesp.

Não é só com o Rivotril que isso acontece. Os calmantes da família dele - os chamados benzodiazepínicos - têm o mesmo papel. São remédios como Lexotan, Diazepam e Lorax. Em parte, o Rivotril ficou famoso ao pegar carona na onda dos "benzo". Eles surgiram na década de 1950, e logo viraram os substitutos para os barbitúricos, como o Gardenal. Os barbitúricos têm indicação semelhante à dos benzo. Mas são mais perigosos: a linha entre a dosagem indicada para o tratamento e aquela considerada tóxica é muito tênue. A mais famosa vítima dos excessos de barbitúricos foi Marylin Monroe (embora haja dúvidas sobre o envenenamento acidental da atriz). Quando surgiram os benzodiazepínicos, o mundo achou um combate mais seguro à ansiedade. "Uma overdose de remédios como o Rivotril é praticamente impossível", diz Saadeh, da USP.

É verdade, o Rivotril tem berço, vem de uma família benquista pelos médicos. Isso já garante uma popularidade. Mas ele tem uma vantagem extra em relação aos parentes. Seu tempo de ação é de, em média, 18 horas no organismo, entre o início do relaxamento, o pico do efeito e a saída do corpo. É o que os médicos chamam de meia-vida. "A meia-vida do Rivotril é uma das mais confortáveis para o paciente, porque fica no meio-termo em relação aos outros remédios para a ansiedade e facilita a adaptação", diz Saadeh. Na prática, esse meio-termo significa que o efeito do Rivotril não termina nem cedo demais - o que poderia fazer o paciente acordar de uma noite de sono já ansioso - nem tarde demais - o que não prolonga a sedação por um período maior que o desejado.

No Brasil, o Rivotril tem ainda outra vantagem importante. Repare: somos os maiores consumidores mundiais do remédio, mas estamos apenas na 51ª colocação na lista global de consumo de benzodiazepínicos. Ou seja: o mundo consome muitos benzo, nós consumimos muito Rivotril. Por quê? Por causa do preço. Uma caixa de Rivotril com 30 comprimidos (considerando a versão de 0,5 miligrama) custa em torno de R$ 8. O principal concorrente, o Frontal, da Pfizer, custa cerca de R$ 29.

Tudo isso faz o pessoal se esquecer da tarja preta do remédio. Mas ela está lá por um motivo, é claro. E esse motivo é o risco de dependência.

O risco é o mesmo visto em outros benzodiazepínicos. São dois, aliás. O de dependência química e o de dependência psicológica. Na química, o processo é parecido com o gerado por drogas como álcool e cocaína. O uso prolongado torna o cérebro dependente daquela substância para funcionar corretamente. A outra dependência é a psicológica. A pessoa até para de tomar o remédio, mas mantém uma caixa sempre no bolso como precaução. "Cerca de 80% das pessoas que usam benzodiazepínicos ficam dependentes em 2 ou 3 meses de uso", diz Anthony Wong, diretor do Centro de Assistência Toxicológica do Hospital das Clínicas, de São Paulo. "E a maioria tem sídrome de abstinência se o remédio for tirado de uma hora para outra."

Em casos mais graves, a abstinência pode levar o paciente a uma internação. A pessoa pode ver, ouvir e sentir coisas que não existem, apresentar delírios (como ser perseguida por extraterrestres), agitação, depressão, apatia, entre outros sintomas. E para cortar a dependência? "O paciente precisa querer parar. Há drogas que tratam os sintomas da abstinência em no máximo 4 semanas", afirma Carlo Hubner, da PUC. Livrar-se do vício do Rivotril é duro e deve ser encarado como qualquer outro vício.

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CarinaFilth

quinta-feira, 15 de maio de 2014

5 máscaras bizarras da História

Olá meus fantasminhas!

Ao longo da História, foram vários os motivos que levaram homens e mulheres – por vontade própria ou por imposição – a cobrir seus rostos. Para isso, máscaras dos mais diversos modelos e materiais foram criadas.
Hoje em dia, a ideia de usar uma máscara como essas soa absurda e o aspecto que têm ou o motivo pelo qual elas foram criadas é ainda mais assustador. Mas, como esses artefatos refletem muito do que aconteceu no curso da História, vale a pena conhecer um pouco mais sobre algumas das máscaras mais bizarras de todos os tempos. Confira:

1 - Máscara de gás para bebês


Se máscaras de gás feitas para adultos já não fossem terríveis o suficiente, houve um tempo em que as pessoas usaram máscaras de gás para bebês e crianças. As versões que surgiram durante a Primeira e a Segunda Guerra Mundial se assemelhavam a capacetes e deixavam os pequenos parecidos com mergulhadores vindos de outro planeta.
E, para que o artefato funcionasse, era preciso que um adulto bombeasse ar continuamente – o que não era nada prático. Nos Estados Unidos, as crianças chegaram a ganhar máscaras de gás do Mickey Mouse, mas o que era para ser lúdico acabou parecendo ainda mais assustador do que a versão tradicional. Por fim, até mesmo alguns cachorros chegaram a usar máscaras de gás feitas especialmente para eles.

2 - Máscara da vergonha


As máscaras da vergonha eram usadas como punição na Alemanha durante os séculos 17 e 18. O mais curioso – além do visual das máscaras – era que as pessoas eram obrigadas a usá-las quando violavam alguma convenção social, como fofocar ou contar piadas sujas. Além de torturar com peso do artefato, o objetivo do castigo era humilhar ao máximo o infrator.
Por esse motivo, as máscaras costumavam indicar o “erro” que a pessoa havia cometido. As orelhas alongadas sugeriam uma pessoa burra, uma língua comprida servia para entregar um fofoqueiro e o focinho de porco sinalizava que a pessoa era suja. Algumas máscaras chegavam até mesmo a fazer barulho conforme a pessoa respirava apenas para chamar a atenção de outros ou possuíam uma barra de ferro que prensava a língua e causava desconforto ao infrator.

3 - Máscaras mortuárias


A última visão que temos de uma pessoa não costuma ser uma lembrança exatamente agradável. No entanto, as máscaras mortuárias fizeram muito sucesso ao longo da História. A tradição começou na Antiguidade e se estendeu até o século 20. E os propósitos eram os mais variados: as pessoas faziam esculturas, utilizavam em cerimônias religiosas ou simplesmente guardavam como lembrança.
Em geral, os médicos eram os responsáveis por fazer as máscaras – um processo que acontecia nas primeiras horas após a morte para evitar deformações no artefato. Graças a esses profissionais é que hoje podemos ter noção da real aparência de grandes personalidades da História, como Napoleão Bonaparte, Abraham Lincoln, Beethoven e muitos outros.

4 - Máscara antiterra


Do século 16 ao 19, o hábito de comer terra (geofagia) era bastante comum entre os escravos. Muitos já trouxeram o costume da África, onde a geofagia era tão comum que existiam tipos específicos de terra que eram coletados e comercializados. Acreditando que o hábito não era nada saudável e ouvindo os médicos que afirmavam que comer terra resultaria em depressão, dores de estômago, falta de apetite, vertigem e outros sintomas, os donos de escravos buscaram proteger sua “propriedade”.
Por esse motivo, os escravos foram obrigados a usar máscaras horripilantes que bloqueavam suas bocas. Como não se sabia ao certo se a ingestão de terra realmente podia fazer mal, as máscaras acabaram servindo como instrumento de tortura e eram usadas também para evitar que os escravos comessem parte do que eles colhiam.

5 - Máscaras de Visard


Se você vivesse na Europa durante o século 16, seria perfeitamente aceitável se deparar com uma mulher com o rosto totalmente coberto por uma máscara de veludo preto. As máscaras de Visard eram usadas por vários motivos, sendo que o principal deles era proteger a pele feminina do sol. E para manter o ar de mistério, as mulheres precisavam morder um botão que havia na parte de trás e servia justamente para segurar a máscara. Automaticamente, além de não ter um rosto, elas também ficavam impossibilitadas de falar.
Mesmo fazendo sucesso entre as mulheres, Phillip Stubbes, um autor da época, relatou que a reação masculina não era das melhores: “Ele pensaria que teria encontrado um monstro ou um demônio, já que do rosto não se pode ver nada além de dois buracos nos olhos”. Durante o século 17, as máscaras caíram em desuso quando o estilo passou a ser associado às prostitutas.

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CarinaFilth

quarta-feira, 14 de maio de 2014

5 vídeos de desenhistas fantasticos

Olá meus fantasminhas!

Há vídeos que nem dá para acreditar que são desenhos mesmo.

Confira:

Harry Potter:

Elsa (Frozen):

Homem-Aranha em 3D:


Emma Stone:


Capitão Jack Sparrow:

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CarinaFilth

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Confissões de cara limpa

Olá meus fantasminhas!

Esconder-se é natural ao ser humano. Nas primeiras eras de nossa existência, nós nos escondíamos com a finalidade de preservação, seja de feras, da chuva e do frio. Esse é um instinto que não é uma exclusividade dos seres humanos, mas de todos os seres vivos. Nos escondemos do que nos assusta, assim como o rato se esconde do gato ou qualquer outra referência do tipo. Com o passar dos anos, nossos medos foram se ampliando até que passamos a temer a nós mesmos.

Hoje em dia nós temos medo de que outro humano nos machuque com armas, punhos ou palavras.

Uma empresa de cosméticos decidiu lançar uma campanha que mostra que, mesmo se escondendo por detrás de máscaras e maquiagem, não devemos ter medo de nossas caras limpas.

Confira:


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CarinaFilth

O que nunca te disse antes

Olá meus fantasminhas!

Uma empresa de telefonia lançou uma campanha linda para o dia das mães: “O que nunca te disse antes”.
A campanha consiste em mães escrevendo para suas filhas que recentemente também viraram mães.

Antes de conferir, pegue um lenço, pois você vai precisar.


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CarinaFilth

Seus dentes amam coca-cola

Olá meus fantasminhas!

Coca-Cola e outros refrigerantes são os principais vilões contra pessoas que buscam uma vida mais magra. Afinal, está mais do que comprovado o mal que refrigerantes podem causar em nossos corpos (principalmente obesidade).Aliás, você sabe o que acontece se um dente ficar 24 horas num copo de Coca-Cola?

Não sabe? Então confira o resultado


Explicando:
Isso tudo é porque a Coca-Cola é um refrigerante que contém ácido fosfórico, um ingrediente usado em produtos de limpeza.
Quando o ácido fosfórico é ingerido ele se transforma em um composto que passa a destruir dentes e ossos.

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CarinaFilth